sexta-feira, 27 de julho de 2012
Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge
Depois de assistir Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge, é difícil encontrar palavras para descrever esse filme. Esqueça tudo o que você viu anteriormente. Esqueça os filmes anteriores do Batman, esqueça qualquer filme de super-herói ou fã filme. TDKR é maior do que tudo isso. NINGUÉM está preparado para o espetáculo cinematográfico que é esse filme. NINGUÉM. Nolan se superou e trouxe para o público aquele que eu considero ser o seu melhor filme. Direção afiadíssima, as cenas de ação, tensão, humor, e drama se intercalam numa montanha-russa de sentimentos muito mais intensa do que a do filme antecessor do homem-morcego. A trilha sonora de Hans Zimmer dispensa comentários, tamanha sua epicidade e qualidade. Sem falar no elenco, altamente competente, sem tirar nem pôr. Todos têm seu momento de brilhar na trama. Bane superou todos os vilões da trilogia com uma interpretação assustadora do Tom Hardy para uma mente doentia e quebrada. Você achava o Coringa um louco? Se prepare para um outro nível de insanidade com Bane. Anne Heathaway está indescritível como a Mulher- Gato. Sério, ela rouba todas as cenas em que aparece e tira o fôlego dos espectadores quando sobe na moto do Batman. Marion... bem, dispensa comentários... rsrs
É difícil falar sobre esse filme sem soltar spoilers, então vou me ater a esses breves comentários. O que posso dizer é que se você ainda não viu O Cavaleiro das Trevas Ressurge, corra pro cinema antes que as surpresas do filme cheguem ao seu ouvido primeiro. Acredite, são muitas. Esse filme merece ser visto o mais rápido possível. Filme do ano? Sem dúvidas. Fechou a trilogia com chave de ouro? Sem sombra de dúvidas. TDKR já é um dos meus filmes favoritos e vai demorar para algum outro chegar perto de superá-lo. Parabéns Nolan. E obrigado pela trilogia épica que você fez. Gotham não esquecerá...
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Clássicos na Crítica: A Bela e a Fera
"Quero viver num mundo bem mais amplo
Com coisas lindas para ver
E o que o mais desejo ter
É alguém pra me entender
Tenho tantas coisas pra fazer..."
De todos os memoráveis e incríveis clássicos Disney, A Bela e a Fera (lançado originalmente em 1991 nos Estados Unidos) talvez seja o que mais tenha conquistado o público em massa. Com o honroso título de primeira animação a ser nomeada ao Oscar de Melhor Filme e muitas outras indicações e prêmios na bagagem (incluindo o Oscar de Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original), a trigésima animação dos estúdios Disney cativou desde a mais inocente criança até o adulto mais durão. Com seu conto de fadas romântico, seus personagens e músicas cativantes e, principalmente, sua mensagem tocante, A Bela e a Fera foi feito para ser um clássico e não foi à toa que a Disney o trouxe de volta aos cinemas, agora em 3D. O que é bom é para ser mostrado, e estava mais do que na hora da nova geração apreciar esse magnífico conto de fadas em sua mais famosa e bela versão.
O filme é baseado no tradicional conto francês, cuja mais famosa versão foi escrita pela Madame Jeanne-Marie LePrince de Beaumont. A estória já foi adaptada, encenada e filmada inúmeras vezes e muitas versões diferentes do conto original existem em todo o mundo, sempre se adaptando a diferentes culturas e sociedades. O clássico da Disney é uma adaptação muito próxima do conto original. A trama se passa na França renascentista, onde um príncipe arrogante e mimado despreza uma velha mendiga em uma gélida noite de inverno. Cercado por seus fiéis criados, o príncipe nega abrigo à senhora em troca de uma singela rosa. A velha o aconselha a não se deixar enganar pelas aparências, mas o arrogante jovem, enojado por sua feiura, volta a expulsá-la. A mendiga então se transforma em uma bela feiticeira. O príncipe tenta pedir perdão, mas a feiticeira não o perdoa, pois vê que não existe amor em seu coração. Ela amaldiçoa o castelo e todos que vivem nele. O príncipe então assume a forma de uma horrível fera e se confina no sombrio castelo, tendo apenas um espelho mágico como sua janela para o mundo exterior. A rosa oferecida pela feiticeira é mágica e floresceria até o 21º aniversário do príncipe. Caso ele não amasse e fosse correspondido até essa data, o feitiço jamais se quebraria e tanto ele quanto todo o castelo permaneceriam sob aquela maldição para sempre.
Dez anos depois, o pai de uma jovem chamada Bela se perde e invade o castelo da Fera em busca de abrigo. A Fera, em sua fúria, o aprisiona. Bela, desesperada, oferece sua prisão em troca da liberdade do pai. A Fera aceita e a presença de Bela no castelo traz esperança a todos os amaldiçoados, porém simpáticos, habitantes do castelo, pois a rosa mágica está cada vez mais murcha e Bela pode ser a moça que vai trazer amor ao coração do príncipe arrogante, libertando todos da terrível maldição. Mal sabem eles que todo esse clima de romance pode ser destruído por outro jovem arrogante chamado Gaston, que vai fazer de tudo para ter Bela como sua esposa, quer ela queira ou não. É a fórmula perfeita de um típico conto de fadas Disney.
O que mais encanta em A Bela e a Fera é a forma como toda a história segue uma estrutura extremamente típica de um musical da Broadway. As músicas servem para apresentar personagens, mas ao mesmo tempo servem como cenas completas, misturando diálogos com música de forma sublime. Na época do lançamento do filme, o New York Times disse que "A Bela e a Fera é o melhor musical da Broadway que não está na Broadway, e sim nas telas do cinema, em forma de animação". Isso é muito visível na música de abertura, "Bela", que apresenta a protagonista aos olhos do povo do vilarejo em que ela vive. Confesso que é uma das minhas cenas favoritas, não só pela música quanto por toda a montagem. Como disse, lembra muito o estilo da Broadway, com vários vocais, coros e interação através de diálogos.
Outra cena nesse estilo é a música "Gaston", que não só caracteriza o vilão, mas também é usada para mostrar seu plano para se casar com Bela. Abro um espaço aqui para dizer que Gaston é um dos vilões que eu menos gosto. Acho-o extremamente irritante com aquela voz de tenor, e ainda mais irritante por ser tão ridículo que nem porte de vilão ele tem. Pelo contrário, parece um playboy da época da renascença, preocupado apenas em "pegar" a garota da vez. A diferença de comportamento e de atitude de Gaston para um vilão como Scar ou Jafar, por exemplo, é gritante! Ainda mais irritante é seu ajudante LeFou, que serve basicamente pra se bater em tudo, e ser o alívio cômico do vilão. Cadê a genialidade humorística de um ajudante vilanesco do porte de Iago ou das Ienas? Portanto, não é surpresa eu também não gostar muito da música"Gaston". Não por não ser boa, mas por eu não simpatizar o suficiente com o personagem para tal. Enfim, voltemos à programação normal...
Em A Bela e a Fera, nenhuma música é considerada desnecessária. Elas estão ali exatamente para contar uma parte importante da história, mérito dos autores Howard Ashman e Alan Menken. "Alguma coisa acontecer" foi criada exatamente para mostrar o lento processo de mudança de caráter e personalidade da Fera através de sua convivência com a Bela. "A Canção da Multidão" (muito parecida com a canção "Bárbaros", de Pocahontas) funciona para criar a tensão e o clima da batalha entre o povo da vila e os habitantes do castelo, enquanto Gaston invade o castelo da Fera. Você pode até pensar: Ah, mas "Seja Nossa Convidada" não avança em nada a história, só serve pra deixar o filme mais bonito e divertido, certo?
Errado. Repare a letra da música e você vai notar que ela diverte e traz o número musical visualmente mais trabalhado do filme, mas também mostra a felicidade e animação dos criados do castelo de, após tantos anos, poderem servir um convidado e ter esperança novamente. E claro, não posso deixar de falar da cena mais famosa do clássico, quando o casal protagonista dança no grande do salão do castelo ao som da música que recebe o nome do filme. "A Bela e a Fera" traz o clima perfeito de romance à cena, pois a própria letra da música retrata de forma singela toda a história e trajetória do casal. A genialidade musical do filme é óbvia, e não foi por menos que, anos depois, a história chegou realmente à Broadway com músicas e letras de Alan Menken, Howard Ashman e Tim Rice, e se tornou um dos musicais de maiores sucesso da Broadway.
É divertido vê-lo tentar entender que seu humor precisa mudar para conquistar Bela. Se na primeira parte do filme sua postura é assustadora para o espectador, a partir do momento em que Bela chega ao castelo, podemos ver pouco a pouco que existe um homem magoado dentro dele. Um homem que está tentando aprender uma lição e mudar os seus sentimentos. Uma comparação que pode ser feita é o modo como tanto Bela quanto a Fera são vistos pelas outras pessoas: Bela é a esquisita por causa de seu jeito, e Fera é visto como um monstro por causa de sua aparência. Ambos estão fora do padrão e por isso se completam e se identificam um com o outro ao longo da história. Além do casal de protagonistas, temos ainda os ótimos coadjuvantes, como Maurice, o adorável pai de Bela; Lumiére, o castiçal e mordomo chefe do castelo; Horloge, o relógio e também mordomo do castelo; Madame Samová, o bule e governanta do príncipe; e Zip, o filho de Madame Samová, em formato de xícara e que rouba todas as cenas com sua fofura. O castelo tem inúmeros personagens em forma dos mais variados móveis, objetos e talheres, e mesmo assim todos eles são explorados de forma satisfatória ao longo do filme.
A qualidade da animação é inquestionável. A Bela e a Fera foi um filme pioneiro no uso da animação 2D mesclada com o CGI em 3D através dos cenários. Tal técnica favoreceu ainda mais a conversão do filme para o 3D. A sensação de profundidade é sentida em todo o filme e faz a experiência de espectador ser ainda mais prazerosa, inserindo ainda mais o público na história. Até as cenas mais simples têm uma incrível e linda sensação de profundidade que só o 3D pode proporcionar. Vide a primeira cena do filme, onde vemos o castelo do príncipe de longe, com uma visão da floresta ou quando a câmera voa pelo salão do castelo enquanto o casal dança.
As cores, fortes e chamativas, de muitas cenas do filme estão tão exaltadas como em um Blu-ray (apesar de os óculos 3D diminuírem um pouco essa sensação), mostrando como toda a animação funciona bem na tela grande. Eu, particularmente, adoro os traços de A Bela e a Fera. Toda a forma como o filme é idealizado combina perfeitamente com o clima renascentista da história, fazendo muitas cenas parecerem verdadeiros quadros de pintores famosos. Se você é fã desse clássico, você está intimado a ir apreciá-lo nos cinemas. Vale muito a pena pela experiência inesquecível.
A Bela e a Fera não esteve muito presente na minha infância. Assisti poucas vezes quando pequeno e só voltei a vê-lo já adulto, com o lançamento em Blu-ray. Apesar disso, é um clássico que gosto muito e que, agora que já posso interpretá-lo melhor, vejo ser um filme muito humano. Apesar de todo seu lado fantasioso, a história é retratada de forma muito simples, mas ao mesmo tempo tocante. O romance entre Bela e a Fera é retratado quase como uma comédia romântica, mostrando as partes engraçadas e também mais sérias do relacionamento dos dois.
Vemos os dois brincando na neve e até na hora do jantar. Mas também vemos cenas singelas, como a que Bela mostra à Fera que os pássaros não existem ali para atrapalhar sua vida e que ele pode tê-los como amigos, é só ter paciência. Ou quando a Fera mostra a biblioteca para a Bela e "dá" todo o aposento a ela como um presente. Se, no começo, Bela apenas vê um monstro na forma de Fera e ele só enxerga uma jovem belíssima, depois que eles se conhecem, ela se apaixona pelo homem dentro do monstro, e ele, pela doçura em forma de beleza.
Essa relação interna entre os dois é retratada de forma lindíssima através do olhar. Notem como os olhos deles são grandes e expressivos. A primeira vez que vemos o príncipe em sua forma humana é através daquele quadro que ele rasga depois de sua transformação. E também é assim que Bela o vê pela primeira vez em forma humana. E, apesar de isso não estar claro no filme, a primeira coisa que ela nota é como os olhos dele se mantiveram os mesmos depois da transformação. É o sinal de que o homem ainda vive ali dentro, de que ele pode mudar. E após a quebra da maldição, essa também é a primeira coisa que Bela nota no príncipe. Ele mudou, mas os olhos da fera ainda estão no rosto daquele homem. Ambos continuam a mesma pessoa. No final, A Bela e a Fera é sobre sentimentos. Paradoxais, opostos, idênticos, românticos, loucos, arrogantes, doces. Mas são sentimentos. E sentimentos são fáceis de mudar, já dizia a canção...
"Sentimentos vêm
Para nos trazer
Novas sensações
Doces emoções
E um novo prazer
Para nos trazer
Novas sensações
Doces emoções
E um novo prazer
E numa estação
Como a primavera
Sentimentos são
Como uma canção
Para a Bela e a Fera..."
Como a primavera
Sentimentos são
Como uma canção
Para a Bela e a Fera..."
Crítica publicada no dia 09 de fevereiro de 2012 no site Disney Mania.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
[ENCERRADA] PROMOÇÃO Livro A Esperança
Bom, faz tempo que não posto nada por aqui. Muita coisa acontecendo e mudando na minha vida e to meio sem tempo, mas resolvi fazer a primeira promoção do meu blog. Para quem gosta de ler, é muito simples participar!
Esse ano fui apresentado a uma trilogia simplesmente sensacional: Jogos Vorazes, da Suzanne Collins. Eu li o primeiro livro em menos de 24 horas, de tão bom, surpreendente e viciante que é. A partir daí, foi só expectativa para ler as sequências, que são ainda mais geniais. Não vou perder tempo contando a história do livro aqui, só recomendo com todo fervor afirmando que foi a melhor série que li depois de Harry Potter e Fronteiras do Universo. #ficadica
E pra quem tem preguiça de ler, saibam que Jogos Vorazes vai chegar aos cinemas em março. Assistam para sentir ainda mais vontade de ler a série! O trailer está aqui:
Mas a promoção não é sobre o filme Jogos Vorazes. É sobre A Esperança, o terceiro e último volume da trilogia. Eu vou sortear um exemplar de A Esperança para vocês, e para participar é muitíssimo simples. Basta me seguir no twitter (@Felipe_Andrade) e tweetar a seguinte frase até o dia 25 de fevereiro:
Eu sigo o @Felipe_Andrade e concorro a um exemplar de A Esperança, último livro da trilogia Jogos Vorazes. Concorra! http://kingo.to/YMq
Simples, né? Repito que para concorrer é necessário tanto me seguir no Twitter quanto dar RT nessa mensagem. Não esqueçam de botar o link certinho! É ele que vai valer na hora do sorteio. Fora isso, boa sorte a todos!
May the odds be ever in your favor!
[ATUALIZADO]
Promoção encerrada! O vencedor foi o usuário Matheus Linhares (@matlinhares). O sorteio foi feito através do site sorteie.me. Para ver o resultado do sorteio, pode clicar aqui.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Todos dança com Star Wars!
É isso aí. A música chegou em Star Wars com tudo e botou todo mundo pra dançar (inclusive Darth Vader!). Você não deve estar entendendo nada. Deixe-me explicar. Uma vez por ano a Disney promove em seu parque em Orlando um mês de celebração à saga de George Lucas. Todos os fins de semana desse mês são marcados por festividades e apresentações ligadas à Star Wars. Uma das mais divertidas e famosas atrações dessa comemoração é o Dance Off With The Star Wars Stars que se resume a um concurso de dança ao vivo com os personagens da saga. Cada ano uma "competição" diferente é preparada, sempre apresentada por dois apresentadores engraçadíssimos de um programa fictício chamado Hyperspace Hoopla, e todo ano várias surpresas (musicais ou não) são apresentadas ao público fã de Star Wars. Se você é um desses fãs, aproveite esse post e assista à todas as apresentações criadas desde 2007, incluindo a mais atual, desse ano que homenageia o Rock. LET'S DANCE! \o/
2007
2008
2009
2010
2011
"Is your mother here?"
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Amanhecer: Crítica em tweets
Obs: Esse post contém spoilers pra quem não
viu o filme/leu o livro!
- Ok, vamos começar...
- 30 SEGUNDOS DE FILME E JACOB JÁ TIROU A CAMISA. EU JURO QUE QUASE ME LEVANTO E SAIO DA SALA... ¬¬
- Velho, Bella tava sentindo dor na hora do casamento? Porque olha, nunca vi uma noiva passar tão mal no caminho para o altar... ¬¬
- Primeira coisa boa do filme: Pesadelo de Bella com todos os personagens mortos aos seus pés. #rialto nessa parte! #DexterFeelings
- O casamento pareceu que durou duas horas e não tem nada demais pra comentar. Vamos para a lua de mel...
- VENHAM PARA O O RIO DE JANEIRO!!! AQUI TODO MUNDO SE PEGA, A GENTE OUVE MÚSICA DE MACUMBA E TODO MUNDO É ÍNDIO! UHUUUL!!! \o/
- Robert Pattinson falando "português". Tive crises de riso... Pfffff... HAUSHAUSHAUSHAUS
- Obs: Os dentes dele são pretos na frente! Tá vendo meninas? Seu ídolo é um fumante nojento! #DealWithIt
- Vem cá, que primeira vez sem graça foi aquela? Cadê a nudez produção? Quando eles começaram a gemer, a cena acabou! COMO ASSIM? ¬¬
- Está comprovado que Bella é uma sadomasoquista e tem tendências suicidas. Sem mais...
- A atriz que faz a "índia" do Rio de Janeiro é PÉSSIMA! Cadê a direção de atores?
- Conseguiram deixar menos chata a parte da gravidez de Bella. Gostei disso. No livro é insuportável! ¬¬
- Depois que Bella volta não tem muita coisa interessante pra comentar, a não ser os lobos conversando no melhor estilo Como Cães e Gatos. ¬¬
- Jacob podia crescer né? Eu sei que o problema é no livro, mas se eu fosse roteirista, fazia ele com menos #mimimi ¬¬
- Pra que diabos têm que botar uma música "cantada" pra tocar a cada 5 minutos no filme? Antes fizessem um musical, porra!
- Enfim, o parto: No livro é melhor. Tava doido pra ver o bebê rasgando a barriga de Bella com os dentes! EU QUERIA SANGUE PORRA!
- Segundo ponto positivo do filme: Maquiagem. Sério, Bella ficou INCRÍVEL durante a gravidez e durante o parto! Inacreditavelmente magra!
- Enfim, vem o parto e eis que surge o momento de Kirsten Stewart brilhar... Que momento é esse? Quando ela interpreta Bella morta. HAUSHAUSH #Troll
- Sério, foi a morta mais convincente que já vi! HAUSHAUSHAUSH
- Depois vem a cena da sua transformação no melhor estilo "Possessão de Harry" em Ordem da Fênix... #risos #mamilos
- Mas gostei mais da transformação no filme do que no livro. Foi mais empolgante de se ver...
- A edição ficou legal e deu um final pro filme (no melhor estilo Avatar), super instigante pra ver a segunda parte...
- A cena pós créditos foi super brega e desnecessária. #FaloMermo
- Enfim. Acabou o filme e eu saí tirando onda com minha camisa de "I Have Stuck With Harry Until The Very End"... #mamilos
- Resumindo...
- O melhor de Amanhecer: O parto e a transformação. As cenas tão ruins a ponto de serem hilárias. E... Acho que só. =P
- O pior de Amanhecer? Todo o resto. #risos
- Agora é sério, continuo achando os lobos artificiais demais. Mas melhoraram bastante. Isso é fato.
- Kirsten Stewart se soltou mais, mas a sua Bella continua parecendo ter sérios problemas mentais e depressivos.
- Robert Pattinson continua boring e com cara de dor, como sempre. ¬¬
- Mas enfim, é melhor que o livro. Pelo menos é mais direto e não enrola tanto... rsrsrs
- Acho que chega né? Daqui a pouco o Twitter me bloqueia... E Amanhecer não merece um bloqueio meu no Twitter... =P
E viveram felizes para sempre... Oh, wait! Ainda tem a segunda parte! #fail
Tweet de última hora:
- Denúncia: Fui assistir Amanhecer e não passou o trailer de Jogos Vorazes! E AÍ, PRODUÇÃO? ¬¬
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